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Adulto

                Nosso corpo costuma sinalizar com ansiedade, angústia, depressão, fobias, estresse e outras manifestações psíquicas e comportamentais quando algo dentro de nós não está bem cuidado. A psicoterapia faz-se necessária quando a pessoa percebe que algo não está bom, mas não sabe bem o porquê e mesmo quando conhece os motivos não consegue melhorar sozinha.

                Conflitos em relacionamentos interpessoais, com frequência, constituem-se como “a porta de entrada” de um indivíduo em psicoterapia. Explico melhor. Quando algo não vai bem conosco, é comum que as pessoas mais próximas percebam e/ou sejam afetadas por tais questões que acabam refletindo nas relações com cônjuges, familiares, amigos, colegas de trabalho, entre outros. Em outras palavras, quando o que sentimentos passa a se manifestar de forma negativa nos relacionamentos: O casamento vai mal, as relações entre pais e filhos se distanciam, o contato com um amigo (a) passa a ser desprazeroso, ou até mesmo no trabalho, o clima está pesadíssimo e não dá mais vontade de ir trabalhar.

                Existem diversas situações que podem levar uma pessoa a buscar ajuda especializada, pois o psicólogo não é um amigo-conselheiro, trata-se de um profissional que conhece teorias psicológicas e trabalha com recursos técnicos específicos a fim de compreender o ser humano, a sua visão de si, do mundo, dos seus relacionamentos, e, quando necessário, intervir no sentido de promover mudanças.

                A psicoterapia trabalha auxiliando na compreensão e modificação (quando necessária) de nosso “modus operandi”. Ou seja, é um processo pelo qual aprendemos a identificar como se estabelecem e o que mantém nossos comportamentos, nossas relações (sejam no contexto pessoal, afetivo, profissional, social, etc.). E, a partir deste autoconhecimento, estaremos mais preparados a se necessário modificá-los quando percebemos que a maneira como estamos vivenciando-os está nos trazendo sofrimento ou que se forem modificados podemos obter ganhos no que se refere a “benefícios emocionais”. Assim, pode-se caracterizar a terapia como um recurso desenvolvido para nos auxiliar a manter nosso equilíbrio emocional.

                Não há como precisar um prazo para intervenção, pois cada sujeito apresenta suas peculiaridades que implicarão no andamento do processo.

Mariana Bassan